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Nível de Aplicabilidade – Congresso Internacional e-Learning Brasil 2010 e Fórum Internacional da Tecnologia aplicada a Educação 2010


1. Introdução

A pesquisa feita entre 05 e 29 de julho, pela MicroPower, tem o objetivo de identificar o nível de aplicabilidade do conteúdo principal evento de e-Learning e Performance do país.

2. Resultados

A pesquisa analisou como cada palestra agregou para os participantes, sendo assim, cada sessão do evento teve seu tópico de análise. Pontos como Local e Organização também tiveram atenção especial.

2.1 Da organização e local

2.1.1 Local do evento: Renaissance Hotel São Paulo


2.1.2 Organização do evento

2.2 Das sessões do Congresso

2.2.1 Cultura de alta performance

A sessão ministrada por Francisco Antonio Soeltl, presidente do Portal Learning & Performance Brasil e MicroPower, apresentou os princípios da “Cultura de Alta Performance” nas organizações e a proposição de Governança para sucesso na implementação.


2.2.2 As Mudanças e Desafios Globais do Aprendizado

Elliott Masie explorou o impacto do uso dos vídeos para registrar e transmitir experiências através de pequenas estórias, dos conteúdos gerados pelos próprios usuários, as contribuições da Tele presença e as mudanças provocadas pela personalização das atividades de aprendizado nas pessoas e organizações nos próximos anos.


2.2.3 Desvendando o Futuro do Aprendizado

Nick van Dam apresentou exemplos de como as organizações utilizam as novas tecnologias de aprendizado para desenvolver pessoas capazes de promover impactos nos negócios. (Alguns tópicos incluem: Aprendizado formal, informal e social; Overview de soluções de aprendizado baseadas em tecnologia; Como desenhar o novo aprendizado; Soluções de e-Learning sob demanda e implementação de change management.)


2.2.4 A alta performance das pessoas nas organizações: o que realmente faz a diferença na visão dos Presidentes?

Este painel teve a participação de Marcos Munhoz, Diretor Geral de Comunicações, Relações Públicas e Governamentais da GM e Leila Nascimento, presidente da ABRH Nacional.


2.2.5 O Aprendizado Fazendo Diferença

Casos de sucesso de: Secretaria da Gestão Pública do Estado de São Paulo, Instituto Brasileiro de Administração, Banco Mercantil do Brasil, Eletrosom, Sadia e SEBRAE.


2.2.6 Novas abordagens para suportar o aprendizado social, formal e informal

Neste painel, Nick van Dam e Stavros Panagiotis Xanthopoylos discutiram as mudanças no aprendizado das pessoas, o papel do e-Learning no aprendizado formal, informal e social, o rápido desenvolvimento e desdobramento, a necessidade do aumento de habilidades e de reciclagem, o poder do aprendizado social e como as organizações podem se beneficiar disso.


2.2.7 Melhores práticas de aprendizagem, na prática

Este painel apresentou casos de sucesso de: Oi, Fundação Bradesco, CVC e Claro.


2.2.8 Como os currículos estão sendo desenhados para incluir competências? (FIT Educ 2010)

Nesta sessão discutiu-se o que as escolas estão fazendo no sentido de desenvolver competências, já que isso poderá ter um impacto direto na formação do aluno como cidadão e como profissional.


2.2.9 A alta performance das pessoas nas organizações: o que realmente faz a diferença na visão dos Diretores? 

Nesta sessão Américo Garbuio Júnior, Diretor de DHO do Grupo Schincariol, Marcelo Avelino, Diretor de DHO da Casas Bahia, Roseli Parrella, Diretora de Recursos Humanos da Sky e Wagner Brunini, Diretor de Recursos Humanos para América Latina da Basf e Presidente da ABRH São Paulo, sob a coordenação de Luiz Edmundo Rosa, vice presidente de desenvolvimento humano & sustentabilidade da Anima Educação, compartilharam suas perspectivas quanto as principais razões que levam os colaboradores a atingir/superar a performance e os objetivos esperados.

2.2.10 Soluções criativas em aprendizagem para situações complexas

Apresentação dos casos de sucesso de: SEDUC, Colégio Militar de Manaus, CCEAD/PUC RIO, SENAI e Portal Educação.


2.2.11 O que aconteceu com os mundos virtuais no ensino? (FIT Educ 2010)

Os mundos virtuais, simbolizados pelo 2nd Life, eram apresentados como um caminho revolucionário para o ensino e para o treinamento. O entusiasmo parece ter diminuído e as discussões parecem restritas a núcleos acadêmicos especializados. Este painel discutiu o que está realmente acontecendo e as perspectivas na área.


2.2.12 Competências naturais

Carlos Faccina apresentou o talento humano como o único fator inesgotável diante das exigências de mercado e como a união do talento com as competências naturais de cada indivíduo trazem vantagens competitivas mais duradouras, torna o planejamento estratégico realidade e os negócios mais sustentáveis.


2.2.13 Arquitetura do Aprendizado e Desempenho – Treinamento Presencial, On-line, Blended e Tutoria (Coaching & Mentoring)

Casos de sucesso de: SKY, Banco Bradesco, VIVO, Schincariol.


2.2.14 PwC People Value Proposition 

A palestra abordou como a PwC precisou redefinir sua proposta de valor para os seus profissionais, revisando seus subsistemas de recrutamento, treinamento e gestão de carreira e performance, com o objetivo de aumentar os índices de satisfação e engajamento dos seus profissionais, de forma a impactar a experiência de relacionamento com seus clientes.

2.2.15 Qual o impacto e a contribuição das TICs no ensino de uma língua estrangeira? (FIT Educ 2010)

Diversas áreas do mercado de trabalho vêm registrando uma baixa oferta de profissionais com bom domínio de idiomas estrangeiros, justamente quando o Brasil conquista maior presença empresarial no exterior e quando aumenta o interesse de investidores estrangeiros pelo Brasil. Este painel mostrou o que o uso das TICs pode fazer para mudar esse quadro.


2.2.16 Action Learning

Luiz Augusto Costa Leite mostrou que dinâmica das organizações modernas requer pelo menos três características essenciais: aprendizagem sistemática, trabalho permanente em equipe e agilidade nas decisões.


2.2.17 Arquitetura do Aprendizado e Desempenho – Gestão de Mudança, Plano de Comunicação, Liderança para o Aprendizado e Desempenho e Ambiente de Trabalho Voltado ao Desempenho

Casos de sucesso de: FGV Online, Sabesp, Bayer e CIEE.


2.2.18 Aplicação dos Mapas Mentais na Arquitetura do Aprendizado e Desempenho 

Reinaldo Geraldo apresentou os principais conceitos da ferramenta Mapas Mentais, os softwares disponíveis para desenvolvê-los e duas aplicações de Mapa Mental. Ilustrou como os Mapas Mentais podem auxiliar no desenvolvimento de projetos de Storytelling e identificou os pontos em que caberia a inserção da ferramenta na Arquitetura do Aprendizado e Desempenho.


2.2.19 Como o trabalho por projetos na educação auxilia a formação dos jovens? (FIT Educ 2010)

Trabalhar com projetos requer competências específicas. Na escola, o desenvolvimento de projetos por alunos tem tanto um aspecto pedagógico em relação à aprendizagem de conteúdos quanto à possível função de facilitar a aquisição dessas competências. Este painel analisou o tema segundo esses dois pontos de vista.


2.2.20 Liderança Eficaz e Futuro Sustentável

Eduardo Carmello apresentou conhecimentos e ferramentas de liderança para capacitar e gerir pessoas, processos e resultados em ambientes de turbulência e mudança. Mostrou como desenvolver engajamento e capacitação constante da equipe para lidar e aprender com as exigências e mudanças produzidas para atingir o sucesso sustentável, além de demonstrar os comportamentos de alta performance de um líder transformador.


2.2.21 Arquitetura do Aprendizado e Desempenho – Gestão de Mudança, Plano de Comunicação, Liderança para o Aprendizado e Desempenho e Ambiente de Trabalho Voltado ao Desempenho

Casos de sucesso de: Embratel, Oi, Sistema Integrado Martins e Universidade MicroPower.


2.2.22 Gestão de Desempenho por Competências

O palestrante apresentou uma visão geral dos mais modernos conceitos sobre como melhorar o desempenho de equipes através da gestão de competências e objetivos.


2.2.23 O que o mercado de trabalho espera da escola em termos de comunicação escrita e matemática? (FIT Educ 2010)

Nesta sessão, Nivaldo Tadeu Marcusso e mais 3 estudantes, compartilharam suas experiências sobre o que o mercado espera da comunicação escrita e matemática por parte das escolas.


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